Encontrei estas reflexões enquanto procurava por alguma charge interessante. Está disponível em: folhethos.blogspot.com.
http://www.fenasucro.com.br/newsletter/28_06_07/imgs/combustivel_g.jpg
Segundo o Greenpeace os maiores financiamentos de 2008 estão sendo destinados ao desenvolvimento de biocombustíveis. Isso porque diante da descoberta na década de 70 de que o petróleo é uma fonte esgotável, novas alternativas estão sendo estudadas para a substituição deste. Ademais estes combustíveis alternativos liberam em média 25% menos gases responsáveis pelo efeito de estufa do que os combustíveis fósseis.
Esta vantagem acarretou em uma maior visibilidade para os biocombustiveis considerados essenciais para um desenvolvimento sustentável, expressão esta difundida e idealizada após o ECO 92, e que traduz a necessidade de buscar o equilíbrio do planeta para as gerações futuras.Será porém que a sustentabilidade dos biocombustiveis é realmente incontestável?
Verifica-se, atualmente, que os principais combustíveis alternativos presentes no mercado são: o biodiesel - produzido com grãos ou sementes e frutos oleaginosos, como soja, coco, algodão, amendoim, palma, etc, normalmente utilizado nos motores a diesel - e o etanol - feito a partir da fermentação dos açúcares de gramíneas e grãos como milho e cana-de-açúcar, habitualmente usado nos motores a gasolina.
O que está ocorrendo ,contudo, é uma crescente transformação de produtores agrícolas em investidores de biocombustíveis, devido a maior valorização especulativa destes no mercado. Nos EUA, por exemplo, houve um deslocamento de 80 a 90 milhões de toneladas de milho para a produção do etanol. Os resultados estão explícitos: o relatório do Banco Mundial aponta a recente ascensão dos biocombustíveis como responsável por 75% do aumento mundial do preço dos alimentos desde 2002. Por isso, para abandonar o petróleo, segundo as soluções apresentadas, é preciso esvaziar um pouco o prato.
Do ponto de vista ambiental está comprovado que as novas fontes de combustível contribuiriam para melhorar o problema do efeito estufa e do aquecimento global ,porém, do ponto de vista social e econômico,a substituição de combustível poderia desequilibrar o comércio, além de piorar a situação da fome mundial caso o projeto não seja bem planejado. Assim é preciso cautela na avaliação dos aspectos benéficos ou maléficos das novas alternativas propostas.
Esta vantagem acarretou em uma maior visibilidade para os biocombustiveis considerados essenciais para um desenvolvimento sustentável, expressão esta difundida e idealizada após o ECO 92, e que traduz a necessidade de buscar o equilíbrio do planeta para as gerações futuras.Será porém que a sustentabilidade dos biocombustiveis é realmente incontestável?
Verifica-se, atualmente, que os principais combustíveis alternativos presentes no mercado são: o biodiesel - produzido com grãos ou sementes e frutos oleaginosos, como soja, coco, algodão, amendoim, palma, etc, normalmente utilizado nos motores a diesel - e o etanol - feito a partir da fermentação dos açúcares de gramíneas e grãos como milho e cana-de-açúcar, habitualmente usado nos motores a gasolina.
O que está ocorrendo ,contudo, é uma crescente transformação de produtores agrícolas em investidores de biocombustíveis, devido a maior valorização especulativa destes no mercado. Nos EUA, por exemplo, houve um deslocamento de 80 a 90 milhões de toneladas de milho para a produção do etanol. Os resultados estão explícitos: o relatório do Banco Mundial aponta a recente ascensão dos biocombustíveis como responsável por 75% do aumento mundial do preço dos alimentos desde 2002. Por isso, para abandonar o petróleo, segundo as soluções apresentadas, é preciso esvaziar um pouco o prato.
Do ponto de vista ambiental está comprovado que as novas fontes de combustível contribuiriam para melhorar o problema do efeito estufa e do aquecimento global ,porém, do ponto de vista social e econômico,a substituição de combustível poderia desequilibrar o comércio, além de piorar a situação da fome mundial caso o projeto não seja bem planejado. Assim é preciso cautela na avaliação dos aspectos benéficos ou maléficos das novas alternativas propostas.
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